Jose Nelson Freitas

Diretor na TAPB Empreendimentos Offshore

“Nem sempre as coisas são o que parecem. Seja na vida pessoal, na vida profissional ou na vida amorosa.

Algumas vezes vemos o que gostaríamos de ver e o mais impressionante é que algumas vezes o que vemos nos assusta tanto que procuramos esconde-lo com um outro olhar.

Por que resolvi fazer Coaching, mesmo estando com os meus celebrados 65 anos, no meu ponto de vista, bem vividos, uma carreira consolidada, apesar de haver passado por tantos e tantos problemas pessoais, profissionais e de saúde?

Minha vida inteira sempre fui uma pessoa disposta a ajudar a todos que me procurassem, em muitos casos sem medir as consequências.

Outra característica minha, sempre busquei preservar as pessoas que amo e ou que vivem ao meu redor, sempre trazendo para mim as responsabilidades sobre tudo.

Um dia, de repente, você sente que ao invés de ajudar as pessoas, elas estão te usando de maneira que você não percebe porque o seu olhar não distingue entre o que é realmente ajuda ou uso!

Muitas e muitas vezes minha atitude me incomodava, queria mudar mas não sabia como!! Não foi fácil decidir fazer Coaching e quebrar essa barreira!

Cada seção era muito dolorosa porque você se ve como se estivesse nu, no meio da multidão! Ou você se sente sozinho no deserto, sem agua, sem sombra, sem vento… é você consigo mesmo!!

A cada seção me desnudava um pouco, era como se alguém estivesse arrancando um dedo, um braço, uma perna…

Dizer não para mim era muito difícil. Preferia ficar na minha, apesar de sempre ter sido uma pessoa altamente loquaz, extrovertido, cuidadoso com as palavras,  já haver dado diversas aulas ou palestras para plateias grandes ou pequenas.

Eureca!!!! Depois de uma 6 ou 7 seções, em uma reunião sem mesmo me aperceber “meu outro eu” apareceu como um facho de luz rompendo a treva… só me dei conta do ocorrido, depois da reunião, quando alguns dos meus pares vieram me cumprimentar.

Gostei! Para mim foi e está sendo como um renascer, a cada dia, porque cada dia tem o seu “que” de especial e então procuro me fiar cuidadosamente naquilo que estou vendo e ouvindo!

Sou o mesmo, mas agora me sinto dono do meu destino, de minhas palavras e de minhas ações: se ajudo, sei porque ajudo, se digo não, sei porque digo não!

Coaching foi um renascer aos 65 anos!!! E a Itala foi a minha escada, a minha trilha!”